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Mostrando postagens de outubro, 2020

O "Como" Nojento da Pedofilia

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A gente ouve falar; vê na TV; escuta que aconteceu com um amigo ou amiga; um conhecido, e jamais, jamais pensamos acontecer com a gente... É obviamente natural confiarmos em quem amamos. Confiamos de olhos fechados nossas coisas e outras pessoas que amamos, como filho, filha. Então, derrepente, justamente quem amamos e confiamos é o agressor. E ele não é só amado, ele é animado, agradável, pra cima, prestativo, de confiança pelo imenso amor da família por ele. Até a primeira vítima vir à tona... A revelação... O baque. As crenças estão divididas: "isso é loucura, ele é um tio e pai maravilhoso, essa mulher está louca!"... Uma vítimas se pronuncia... A ficha que não cai, todos em choque... Mais uma vítima fala... O agressor sabe. Arma o bote, dá o show de dissimulação, ensaia de pronto a sua fala, afinal toda a família, inclusive a sua, está ouvindo os relatos... As vítimas, uma a uma vão falando após a pergunta do agressor: "o que foi que eu te fiz, fala?...

Relações

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Quantas pessoas entram e saem da nossa vida, as quais julgamos serem isso ou aquilo?  Quantas vezes perdemos a oportunidade de aprender uns com os outros, pela ignorância de nos achar involuntariamente superiores por algum motivo tosco? Besteira nossa! Porque somos privilegiados com os sentimentos de afeto, de carinho, de atenção, de dedicação, e com o amor daqueles que gostamos, admiramos!  Uma vez que há reciprocidade, independente de gênero! Sendo o mais importante estar com alguém que desperte em nós todos os dias a vontade de ser feliz, o exercício da tolerância para não fazer de um simples mal dia um desentendimento, um fim.... Cristiana Oliveira

Sozinha No Porto, Em Meio Ao Caos

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Me levou ao céu e também me fez descer até o inferno. Me jogou pra fora do navio, num oceano em plena tempestade e foi embora e tratou de imediato que eu não tivesse como te achar, e disso eu só me dei conta quando eu resolvi aceitar que estava só, e assim fiz o que você queria: te deixei em paz sem te perturbar com o nós. Aceitei essa forma desumana de fim, por conta da sua (...) Da qual preferi me iludir que a maior parte da culpa por essa sua atitude covarde foi "dela". Passei por tudo sozinha, sem ao menos o teu "ei, me desculpa, a gente não tem mais nada mas estou aqui pra gente conversar, você vai entender". Mas não, você chegou em terra firme e se refez, seguiu a vida como se nada tivesse acontecido, me tendo como morta e enterrada em sua memória. Você me jogou no lixo, onde descarta tudo que te ameaça fraquejar. Mas agora eu vejo diferente, compreendi - não só, mas com a ajuda de quem hoje tem de mim o que eu não tive coragem de viver com você n...